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Palavras apócrifas / Cartas do meu castelo

Cartas do meu castelo / Palavras apócrifas

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Palavras apócrifas / Cartas do meu castelo
Ulmeiro

Voltei à casa
onde aprendi o Teu nome  e que me disseram tua
mas apesar da talha dourada
e da penumbra discreta
das janelas altas
corria o frio nas lajes do chão.

Por isso continuo a preferir encontrar-Te
ao longo dos caminhos
e nas encruzilhadas onde me esperas
com olhar triste de censura
se apareço pelo lado errado
mas sempre de braços abertos.
(in Palavras apócrifas)



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