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RÓMULO, Nome de Código

I Antologia de Poetas Lusófonos

Lis & Lena (Saga Imaginária)

Tripeça

Uma frutinha boa... outra com bicho

Renascer em Córdova

In pulverem

O Legado de Mireia

Poema de Outono

O alto espaldar da cadeira de verga

O Odres

Boa viagem e até amanhã...

Cerco de arame farpado

O Odres
Editorial Diferença, 2000

Nunca entendi, e dificilmente aceitei, terem-me arrancado daquele lugar. E digo arrancado com toda a propriedade e justiça: ainda hoje lá sinto as raízes. É nas memorizações desse sítio que me recolho das amarguras quotidianas.
Foi preciso descobrir um papel amarrotado, escrito com letra que me parece da minha avó, para perceber a transplantação a que fui sujeito: segundo esse papel havia sortilégio no rio. O Odres, que naquele troço particular se regia por um estatuto único, de rio quase privado, mercê de licença especial das hidráulicas, era tido como detentor de um sortilégio.

In Sortilégio


© 2010 Luís Vieira da Mota | Todos os direitos reservados | by: Hugo Gameiro